Alguns de nossos trabalhos

A POLIVET-Itapetininga
Policlínica Cardiologia & Odontologia Veterinária


já não é exatamente uma clínica nova, foi fundada em dezembro de 1987. Temos aqui algumas histórias para contar, boas histórias, e bons amigos, algumas histórias estão aqui, e alguns amigos você pode contactar via e-mail, eles as contarão ;o)
Histórias de filhotes de leões, onças suçuaranas algumas sadias, e são lindas, lindas de verdadeoutras que vieram para tratar os dentes, Raoní e Vovô Paulo entraram na dança.

Temos casos de gatos domésticos que tratamos a pata,

Yasmim => Ortopedia

Yasmim, filha da Gatona, pertencente ao médico veterinário Dr. Ricardo Bülau, MV, atualmente residente em Botucatu-SP, ainda quando filhote gostava de se esconder até que um dia se deu mal. Lilian, a esposa de Dr. Ricardo, ao ligar a máquina de lavar descobriu que Yasmin estava dormindo sobre o motor da máquina. Infelizmente apenas descobriu quando sua patina já tinha o osso tíbia completamente esmigalhado, um caso para amputação, mas não amputamos. Colocamos imediatamente depois do acidente o animal na mesa de cirurgia, e montamos um verdadeiro quebra cabeças, suturando com fio de aço pedaço por pedaço do ossinho fraturado. Yasmim ficou ótima, e algum tempo depois já era vista saltando pelos muros de sua casa, não se percebia qual das patas havia se quebrado.

outros de gatos selvagens mas também pequenos, bravos de verdade como a do "Gato-Maracajá ".

Gato-Maracajá: Odontologia em animais silvestres


 

Um caso particularmente interessante: Um Gato-Maracajá (Felix tigrina) que também foi trazido à nossa clínica pela Polícia Florestal e de Mananciais de Itapetininga, apresentava-se extremamente magro e desnutrido. Ora, nossa região é abundante em caça leve. Anestesiamos o animal para um completo exame clínico. Ao exame da cavidade bucal encontramos um graveto atravessando-lhe céu da boca. Este graveto machucava sua boca, não permitindo que este se alimentasse. O graveto foi removido, o animal retornou à natureza, e nós ficamos com mais este interessante caso para contar.


Temos as histórias do velho p(Pi)
e em lembrar de velho, temos uma ótima sobre geriatria: A cadela tinha os dentes horríveis, o proprietário queria castrar, sem limpar os dentes. Acabamos por fazer, mas quando abrimos, quantos abscessos!!!

Nunca mais aceitamos uma tarefa parcial. Não é este o nosso padrão.

Temos sobre geriatria também a história da Tequinha. Saudades dela...



Tequinha: Cirurgia Geriátrica

Uma cachorra vinda de São Carlos SP, pertencente ao Prof. Dr. João Vitor Moccellin Professor Titular da Escola de Engenharia de São Carlos-SP – USP – São Carlos-SP ("Home page"). Trata-se de uma velhinha de 9 anos, portadora de tumor de mama que foi trazida para nossa clínica e internada. Os exames mostraram que sua doença não era apenas os tumores, mas também era portadora de Diabetes Mellitus, Piometra (ler texto), apresentava deficiências ao ECG (Eletrocardiograma), era portadora de Doença Renal Crônica e Doença Periodontológica. Aplicamos com Tequinha toda a nossa rotina de preparação para as Cirurgias Geriatrias Veterinárias, incluindo o uso do Cogumelo do Sol (ler texto)

Foram feitas as correções do sistema cárdio-respiratório-metabólico, tratamento periodontal, Castração radical, remoção dos tumores de mama e de pele.

Tequinha ficou cerca de 50 dias internada conosco, e saiu completamente sadia.

 


Por falar em saudades, lembrei-me da Feliz Berta, nossa coruja, e de outras corujas que perderam as asas e outras mais que ganharam asas novas.

Por falar em corujas, olhos, temos a história da Xuxa Salsicha, uma bela cirurgia de catarata,

Xuxa Salsicha => Catarata

Xuxa Salsicha, pertencente à Sra. Adalgisa Scott Possetti (RG 1 674 685 SSP SP) Uma cadela de cerca de 12 anos apresentou opacificação total das duas córneas. Foi internada para cirurgia e exames. Não nos foi possível diagnosticar a causa da catarata, não era diabética, apresentava início de sintomas de Doença Renal Crônica mas estava bem. Foi operada e após 24 horas ao trocarmos as bandagens Xuxa já fixava os olhos, enxergava bastante bem. Teve alta após 4 dias chegando em casa com visão praticamente perfeita.

e a da Poodle Aninha, que susto ela nos deu!!!

Aninnha => Acidose pós cirúrgica

O Engenheiro Civil Sr. César Augusto Policastro,, trouxe-nos uma Poodle Toy, de menos de três quilos, da cidade de São Carlos para uma cirurgia de Catarata. Foram feitos todos os pré operatórios de uma cirurgia geral, limpados os dentes, e após dias levada para a mesa. A cirurgia foi bastante bem, mas no recuperar houveram problemas: entrou em acidose: seu coraçãozinho começou a disparar, não conseguia oxigenação suficiente. Fizemos todos os procedimentos disponíveis mas não nos foi possível a recuperação.

Tendo ótimos contatos, comunicamo-nos com vários colegas Cirurgiões Veterinários, sem uma resposta que nos conduzisse ao controle desta acidose. Bem, temos realmente ótimos contatos, e falando com Dr. Hernani Macedo, Médico Cirurgião, Especialista em Terapia Intensiva (UTI), CRM SP 42 323, este nos orientou, via telefonia celular a passarmos uma sonda naso-esofagiana no cão:

- "Canal, seu procedimento está completo e correto, passe uma sonda naso-gástrica e veja o que acontece", ou seja, uma sonda até seu estômago. Assim procedemos, tivemos grande surpresa ao perceber que a sonda roncou ao atingir o estômago que estava repleto de gás.

O Médico nos informou que algumas criancinhas, mormente as menores, recém nascidos, fazem um síndroma gástrico: o estômago se estufa no pós cirúrgico, ativa o sistema autônomo para-simpático e o diafragma, não permitindo uma respiração adequada. Ao passarmos a sonda o estômago esvaziou, o animal passou a respirar bastante bem, e em menos de trinta minutos suas funções vitais já estavam normalizadas. Aprendemos mais uma: sempre passar uma sonda gástrica na recuperação dos menores. Constatamos que poucos Médicos Veterinários tem esta informação, e procuramos ao máximo difundí-la. Aninha hoje está ótima, graças aos nossos bons contatos, à nossa dedicação, e, sem dúvida, da proteção do PAI GRANDE.

 

Tivemos aqui Tamanduás Bandeira

Lontras, Papagaios, amansamos muitas aves de gaiola,

Amansando aves


Raoní, que desde cedo se prepara para ser um médico veterinário já treina suas aptidões na área ligada aos animais desenvolvendo um importante dom: amansar aves bravias.

Na foto vemos Raoní com a Marota, a Calopsita amestrada. Assim como Marota, Raoní com a ajuda de suas queridas irmãs, já amansou várias aves para clientes, como o caso do Papagaio Rico, algumas outras calopsitas, alguns periquitos e angapornins.

Para quem pretende se tornar um grande médico veterinário, este rapaz começou bem sua carreira aprendendo a transmitir aos animais seus sentimentos de amor, fazendo com que estes instintivamente acreditem em sua bondade e se torne mansos. Com isto Raoní transfere a benevolência da ave ao futuro dono, tornando-a uma "companheira de dedo".

Assim formamos mais um bom profissional, ensinando-o a colocar para fora todo o seu amor pelo trabalho e ofício.


operamos "Patos do Mato" os "Patulins",

fizemos cirurgias em touros de fazendas,

Um Touro:

Assim como que derrepente, Dr. Nelson Corrêa de Lara (CRMV-SP 5 841) liga para nossa clínica perguntando se faríamos uma cirurgia ortopédica em um Touro Limousin, 12 meses, 480 quilos, com fratura completa da Tíbia esquerda.

Ora, esta fratura é dificílima de ser reduzida em um animal tão pesado, mas propuzémo-nos a tentar uma cirurgia experimental. O Animal foi anestesiado e operado. A cirurgia foi um sucesso, a técnica, apesar de toda a dificuldade foi completada por Dr. Canal e Dr. Nelson, sendo estes auxiliados por Raoní, filho mais velho de Dr. Canal, que acionava as ferramentas fora do campo cirúrgico.

Infelizmente as placas não foram fortes o bastante para suportar a contração muscular e partiram-se, expondo o campo. Novas cinco cirurgias foram realizadas, novas técnicas experimentos, chegamos a manter a posição óssea, a manter a fixação das partes, mas a contaminação foi irreversível e o animal teve que ser encaminhado para abate.

Não conseguimos a recuperação total deste animal, mas conseguimos dar um grande passo a uma futura recuperação. O caso nos deixou uma grande lição de técnica cirúrgica, recuperação e pós operatório. Cremos que o desenvolvimento da ciência se dá assim, testando, tentando e tentando novamente, excluindo as técnicas que não deram certo, aprendendo com elas, sabemos que em breve estaremos publicando um caso cirúrgico de fratura de tíbia em animais tão pesado quanto estes, que conseguiremos reduzir, e assim fazermos a nossa parte pela evolução da Medicina Veterinária, da ciência e do Planeta.


em papagaios,

Papagaio Rico => Cirurgia Oncológica Oftálmica em silvestres

Trazido pela Polícia Florestal e Mananciais de Itapetininga, um papagaio chegou em nossa clínica com uma grande tumoração em seu globo ocular, do tamanho de uma rolha de vinho.

Anestesiamos o bichinho e iniciamos a cirurgia. Rechaçamento do globo e remoção da tumoração. Percebemos ao remover o tumor que o olho já não era funcionante, mas ainda poderíamos salvar o animal. Ao pesquisar o outro olho constatamos que também tinha uma tumoração, mas bem menor. Ainda na mesma anestesia, operamos o outro globo ocular, da mesma forma rechaçamo-o e removemos a tumoração que se escondia atrás deste.

O Papagaio era muito bravo, e de difícil manejo, mas com jeito fomos amansando-o (ler texto) até que este permitisse o tratamento. "RICO" ficou bem, perdeu um olho, o esquerdo, fizemos um tratamento de mais de sessenta dias, tem que estar contentemente em observação, não poderá mais ser re integrado á natureza, foi registrado nos ofícios da Polícia Militar e de Mananciais de Itapetininga, e ficamos como fiéis depositários do bichinho, que, embora com um olho somente e sempre sobre observações veterinárias, mantém-se vivo e feliz. Este era realmente um caso perdido, mas com fé, muita delicadeza, uma boa técnica conseguimos apesar do péssimo prognóstico salvar-lhe a vida!

E até de lagartos e cobras
já internamos, operamos e tratamos.

Temos para contar histórias de tomografias realizadas em cães (clique para ver)

Este na realidade é nosso "estilão", este é o nosso jeito de sermos felizes felizes!

Clique na foto e conheça nossa família